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Restaurante Tavares
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Autor Mensagem
Margarida Rodrigues



Registrado: Sexta-Feira, 11 de Novembro de 2005
Mensagens: 1405

MensagemEnviada: Qua Out 07, 2009 8:24 pm    Assunto: Responder com Citação



miguel laffan escreveu:
O prato dos cogumelos não me sai da cabeça o toque do ouro fez toda a diferença simples mas profundo se tivesse que escolher um prato que representa-se o Outono este seria um deles.


Lindíssimo Miguel, a foto, tirada com tmovel, não traduz minimamente a beleza do prato. É mesmo um prato de Outono: Chama-se a horta da galinha dos ovos de ouro, quanto aos sabores: fabulosos!

Este prato também é muito bonito, notável mesmo, mas mais uma vez o tmovel e a foto tirada de mto perto não mostram nada... trata-se de uma caixa preta, com uns 10 a 15cm de altura, com algas no fundo (acho que eram algas), com uma tampa transparente, que tem os 4 cantos cortados, por onde saía azoto com um incrível cheiro a mar, por cima do vidro então estavam as iguarias, simplesmente fabuloso, a apresentação, o cheiro e os sabores divinos!



Único, não temos cá nada neste país que se possa comparar. Food for Gods!
_________________
MR
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God couldn't be everywhere, so He created mothers...
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Paulo Rodrigues



Registrado: Terça-Feira, 18 de Janeiro de 2005
Mensagens: 2585

MensagemEnviada: Qua Out 07, 2009 9:50 pm    Assunto: Responder com Citação

O Zé Avillez, está numa fase muito criativa, com resultados surpreendentes. Para o meu gosto, este é, de longe, o melhor restaurante que temos em Portugal.
Segundo ele, muitas das suas criações são inspiradas na cozinha tradicional portuguesa e nos seus produtos. Agora, são apenas inspiradas, já que, o resultado, IMO, é muito superior.
Pratos mais leves, sabores muito defenidos, pontos de cozedura perfeitos, boa conjugação de ingredientes....
Resumindo, penso que será só inspiração, já que os sabores são sabores muito mais complexos. Tirando alguns ingredientes utilizados em pratos alentejanos, eu indentifico as criações deste menu, com alguma que tenho comido em restaurantes de topo em Espanha, como o Mugaritz ou o Martin Berasategui.
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nuno61



Registrado: Quinta-Feira, 3 de Janeiro de 2008
Mensagens: 235
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Seg Out 12, 2009 7:03 pm    Assunto: Responder com Citação

A minha peregrinação periódica a este restaurante aconteceu a semana passada. Está a tornar-se um local de culto, com cerimónias espaçadas de quatro em quatro meses.

Tem sido muito gratificante acompanhar a enorme evolução que este restaurante tem tido. Na peregrinação de Junho o nível atingido tinha sido muito elevado, como aqui deixei referenciado, deixando pouco espaço para novas surpresas, colocando as expectativas a níveis difíceis de corresponder.

Menu degustação semelhante ao descrito pelo Paulo Rodrigues, uma ou outra alteração para evitar muitas repetições, com um nível que eu não esperava encontrar em Portugal nem hoje, nem nos próximos anos. Excedeu as elevadas expectativas com um conjunto de pratos muito criativos (mas com uma história) associados a um elevado domínio de técnicas e a uma quase perfeita combinação de sabores. Pratos que transmitem emoções, elaborados com sentimento e que aparentemente dão muito “gozo” a quem os cria, elabora e apresenta. Conseguir absorver estes estados de alma tem-me acontecido muito poucas vezes.

O preço representa uma das melhores RQP de Lisboa e no meu índice de satisfação por € gasto o Tavares está nos primeiros lugares. Alimentar o corpo e a alma num local de culto por 75€ (menu) é uma experiência que vale muito mais do que outras de 35, 40 ou 50€. Para ficar mais crente necessitava de mais locais de culto (mas tenho perdido alguns)

Sala cheia, não sei se havia mais alguma mesa com portugueses (admito que não), mas voltarei a este tema (que considero interessante e importante) com mais tempo.

Cumprimentos
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N Leitão
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nuno61



Registrado: Quinta-Feira, 3 de Janeiro de 2008
Mensagens: 235
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Sáb Out 17, 2009 6:38 pm    Assunto: Responder com Citação

Voltando ao tema da elevada percentagem de clientes estrangeiros constatado na minha última visita tenho algumas considerações e algumas dúvidas.

Esperava encontrar mais clientes nacionais! Enganei-me. Tentei perceber as razões para este meu engano. Sondei um conjunto razoável de potenciais clientes nacionais, que gostam de jantar fora e que estão habituados a pagar (amostra não significativa e enviesada) sobre a não escolha deste restaurante para um jantar e ouvi os seguintes expressões

Velho
Antiquado
Démodé
Clássico
Formal
Gravata
Nunca gostei
Careta
Caro
Talvez em trabalho

Penso que todas as pessoas sabiam de um Chefe novo, que estava a modernizar o restaurante, mas esta informação foi colocada num patamar inferior. A imagem que prevalece é a associada à história do espaço com mais de 200 anos em detrimento da pessoa do Chefe com uma permanência inferior a 2 anos.


Outro factor a ter em consideração é que o nº de portugueses que são clientes potenciais é reduzido. Imo é verdade para o Tavares e para outros restaurantes semelhantes. A maioria dos potenciais clientes portugueses são pouco atentos, alinha em modas, não estão disponíveis para correr riscos. Acredito que uma larga maioria ainda não tem curiosidade nem motivos para ponderar uma ida ao Tavares. Não há prescritores válidos, credíveis e com visibilidade (não há referências que sejam seguidas). Não é um local de "moda".

E estamos perante um dos nossos chefes mais mediáticos.

Não é possível estruturar um projecto destes e contar só com o público português, não há mercado. É necessário considerar uma parte significativa de receitas provenientes de clientes estrangeiros e de grupos. Imo esta é uma das causas de encerramento de alguns espaços no último ano. Qualquer projecto neste segmento tem que atrair clientes estrangeiros para sobreviver.

Aqui o Tavares tem uma vantagem, é referenciado em todos os guias sobre a cidade de Lisboa. Acredito que para um estrangeiro Tavares signifique

História
Património
Antigo

O nº de clientes estrangeiros entre executivos e turistas que estão "interessados" neste tipo de restaurantes é significativo, crescente, bastante atento e procura informação. Ainda bem que existem, que se interessam por projectos deste tipo e ajudam a que existam restaurantes com este nível em Lisboa.

Felizmente que o investimento que o Tavares fez e faz em mercados como Espanha, Brasil, França, etc, etc se traduz em visitas, em boas taxas de ocupação, em receitas que ajudam este restaurante a evoluir. Para Lisboa é uma das poucas hipóteses de ter um restaurante de classe internacional.

A grande dúvida é como é que o novo Tavares consegue ter mais sucesso (e mais rápido) junto de alguns mercados internacionais do que junto da clientela portuguesa?


Imho, nos últimos dois anos o Tavares é o projecto melhor estruturado na restauração criativa em Portugal, o único que conseguiu alguma visibilidade internacional e dos poucos que contribui positivamente para o sector (que cada vez tem menos representantes).

Cumprimentos
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N Leitão
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paixaodasilva



Registrado: Sábado, 17 de Mai de 2008
Mensagens: 553
Localização: a bela Lisboa

MensagemEnviada: Sáb Out 17, 2009 11:21 pm    Assunto: Responder com Citação

Pondo-me um pouco do lado do consumidor observo o seguinte:
O restaurante Tavares tem o rótulo de "monumento" e do restaurante "finório", e é conhecido por talvez 95% da população activa da grande Lisboa, porém, e como a gastronomia em Portugal é uma actividade cultural de segundo plano, e a alta gastronomia de "4º ou 5º", o Chefe ZA apenas deve ser conhecido por 15% (?), onde 10% são pessoas ligadas ao ramo ou gourmets interessados e 5% são donas de casa atentas que vêm as revistas.
A gastronomia que é divulgada e apoiada em Portugal não é a "alta", é o cozido, as morcelas, o queijo, a sopa da Pedra. Para nós isto é critico, para a generalidade passa-lhes ao lado! Não podemos afirmar que isto seja bom ou mau... É!
Somos um povo que gosta de comer bem, muito e bem temperado, é a nossa cultura provinciana, como tal, é algo que nunca vai mudar, principalmente fora das grandes cidades, o "Tia Alice" seria um sucesso em qualquer cidade de norte a sul, enquanto o Tavares fora de Lisboa (talvez, também Porto, algarve turistico) estaria condenado ao fracasso.

Cumprimentos
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Muitos têm jeito para fazer comida, mas poucos têm a sensibilidade de cozinhar.

"Alguns cozinheiros que se tornam célebres, esquecem-se do mais importante... trata-se apenas de cozinhar." Antoine Westermann
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Spice Girl



Registrado: Quarta-Feira, 4 de Janeiro de 2006
Mensagens: 6060
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Seg Out 19, 2009 12:01 am    Assunto: Responder com Citação

nuno61 escreveu:
Sondei um conjunto razoável de potenciais clientes nacionais, que gostam de jantar fora e que estão habituados a pagar (amostra não significativa e enviesada) sobre a não escolha deste restaurante para um jantar e ouvi os seguintes expressões

Velho
Antiquado
Démodé
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Formal
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Caro
Talvez em trabalho

Penso que todas as pessoas sabiam de um Chefe novo, que estava a modernizar o restaurante, mas esta informação foi colocada num patamar inferior. A imagem que prevalece é a associada à história do espaço com mais de 200 anos em detrimento da pessoa do Chefe com uma permanência inferior a 2 anos.



Nuno tendo em conta o que está sublinhado, tendo em conta o que se tem falado do Tavares e do Zé Avillez... é no mínimo estranho? Como é possível a mensagem não ter passado?

Como se faz para passar?
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"Inquisitiveness was a key feature." Heston Blumenthal
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Abílio Neto



Registrado: Quinta-Feira, 1 de Setembro de 2005
Mensagens: 3677

MensagemEnviada: Seg Out 19, 2009 9:42 am    Assunto: Responder com Citação

Spice Girl escreveu:

Como se faz para passar?


Spice,

O diagnóstico para as respostas está, na minha ingénua opinião, no post do Paixão da Silva!

O problema está claramente nas qualidades dos consumidores, insisto sempre nisto, quem conhece o consumidor português médio sabe que ele vive de comportamentos essencialmente «conservadores».

Passar a mensagem que o que o ZA está a fazer é «inspirado» na cozinha criativa espanhola, p/ ex., cria logo um estigma... não se pode associar o que faz a esse tipo de coisas, pois, a ideia central é que em Espanha se come mal! Também não se pode dizer que é cozinha «criativa», pois, se o que há está bem assim.

Contudo, as coisas estão claramente a mudar, leva tempo, mas já se notam alterações de comportamentos, que têm de ser concebidos num todo mais genérico de alteração de comportamento social em que não se tem de ter medo ao que é criativo, nem se tem de temer o que "vem de fora"...
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Abraços,

Abílio Neto
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Spice Girl



Registrado: Quarta-Feira, 4 de Janeiro de 2006
Mensagens: 6060
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Seg Out 19, 2009 10:08 am    Assunto: Responder com Citação

Sim... concordo.

Mas o Nuno disse que tinha perguntado a pessoas que estavam habituadas a comer fora e a pagar. É um público específico, não é o público médio.

Não significa isso que sejam mais abertos, mas eventualmente mais atentos... E se para esses a mensagem não passou...
Note-se que as respostas não foram que era demasiado moderno, uma cozinha esquisita, mas:
Citação:
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Penso que as coisas estão de facto a mudar, devagarinho. E não se calhar pelo público que pode pagar e está habituado a isso (burro velho não aprende línguas - lá diz o ditado), mas acredito que mais pelo que não pode tão facilmente pagar (e ainda está em idade de aprender línguas... ).

Vê-se isso pelo interesse pelas Restaurant Week (tudo logo esgotado), pelos público que têm os restaurantes semi-gastronómicos...
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CP



Registrado: Terça-Feira, 25 de Agosto de 2009
Mensagens: 264
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Seg Out 19, 2009 9:11 pm    Assunto: Responder com Citação

Spice, falo por mim.

No último ano tenho passado pelo Tavares, visto a ementa cá fora, e nunca me chamou a atenção. Nunca tive a curiosidade de lá ir. Diga-se também que os preços não convidavam a uma experiência que não parecia muito atractiva.

Nunca me coibi de frequentar um restaurante exclusivamente pelo preço, mas tenho de ter qualquer recomendação que justifique a minha escolha.

Não fosse uma ocasião a festejar, e a escolha à última da hora do Tavares, um pouco impulsiva, e não teria descoberto o maravilhoso menu do José Avilez. E a um preço pornograficamente baixo para a relação qualidade/preço.

Moral da fábula: antes de lá entrar e experimentar, o que estava do lado de fora não me chamava. As opiniões ouvidas de alguns amigos, muito extremas, também não.

Agora imagina quantos Carlos haverá neste país que não escolheram o Tavares por impulso...

Mais um reparo: quando lá estive, a esmagadora maioria das mesas er de estrangeiros, absolutamente maravilhados (japoneses, sobretudo)
pela qualidade do restaurante, e sem qualquer constrangimento em demonstrá-lo. Simpática também a presença do José Avilez no final das refeições.
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Carlos Alexandre

"As convicções são inimigos da verdade bem mais perigosos que as mentiras. " - Friedrich Nietzsche
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nuno61



Registrado: Quinta-Feira, 3 de Janeiro de 2008
Mensagens: 235
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Sáb Out 24, 2009 4:40 pm    Assunto: Responder com Citação

Spice Girl escreveu:
Nuno tendo em conta o que está sublinhado, tendo em conta o que se tem falado do Tavares e do Zé Avillez... é no mínimo estranho? Como é possível a mensagem não ter passado?


Já no passado tinha escrito algo semelhante sobre o 100 Maneiras em Cascais. Nesse caso a amostra nem sabia da sua existência.

O Tavares já vai muitos passos à frente, e grande parte dos potenciais clientes nacionais sabe da sua existência e sabem que há um jovem chefe.

Mas repito aquilo que escrevi e que continuo a pensar

Citação:
Acredito que uma larga maioria ainda não tem curiosidade nem motivos para ponderar uma ida ao Tavares.


A mensagem não passa porque grande parte do que se escreve sobre restaurantes em Portugal é em circuito fechado.
É escrito sempre pelos mesmos, para os destinatários do costume. Não há ninguém que escreva que tenha impacto no comportamento dos clientes. Não há nenhuma referência que seja seguida. Não há qualquer hierarquia.

Acho interessante e significativa a intervenção do CP.
No meu caso, se não fosse este Fórum, não sei se já lá tinha ido.
Mas quantas pessoas lêem este e outros espaços semelhantes? Muito poucas!

Não continuem a por a culpa sempre nos consumidores portugueses, são como são e para a restauração em geral são grandes clientes. Para a restauração criativa ainda não são, mas é assunto de outro tópico e o Tavares não tem culpa (felizmente é dos poucos que luta contra este marasmo).

E a minha dúvida sobre o Tavares continua.

Cumprimentos
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N Leitão
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Paulo Rodrigues



Registrado: Terça-Feira, 18 de Janeiro de 2005
Mensagens: 2585

MensagemEnviada: Sáb Out 24, 2009 8:01 pm    Assunto: Responder com Citação

José Quitério escreve hoje na revista Única do Expresso.
A sua crítica é muito positiva, mesmo tendo em conta o gosto do critico.
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Ricardo



Registrado: Quarta-Feira, 3 de Dezembro de 2003
Mensagens: 687
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MensagemEnviada: Dom Out 25, 2009 4:17 pm    Assunto: Responder com Citação

Outro dos problemas é a 'dinamica' do meio. Sempre em constantes (e confusas) mudanças, muitas dos chefs que conhecemos ao fim de meia-duzia de anos vão no n-ésimo projecto. Se para quem está por dentro é por vezes dificil de seguir, imaginem para o vulgar consumidor.

Se repararem, tirando o restaurante do Pestana Palace, não há nenhum restaurante de topo na Capital que conserve o mesmo chef desde à meia-duzia de anos (6) Rolling Eyes .
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Os meus Cumprimentos
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In Vino Veritas



Registrado: Sexta-Feira, 27 de Junho de 2008
Mensagens: 50

MensagemEnviada: Qui Out 29, 2009 2:20 am    Assunto: Responder com Citação

Estive no "Tavares" este mês a jantar a meio da semana.
Excelente experiência gastronomica.
Reforçando o que atrás foi dito: a minha mesa era a unica em toda a sala do restaurante que continha portugueses...
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mlpaiva



Registrado: Quarta-Feira, 30 de Outubro de 2002
Mensagens: 4961
Localização: where the streets have no name ;-)

MensagemEnviada: Qui Out 29, 2009 2:51 pm    Assunto: Responder com Citação

In Vino Veritas escreveu:
(...) Reforçando o que atrás foi dito: a minha mesa era a unica em toda a sala do restaurante que continha portugueses...

Desde que a sala esteja cheia e que o projecto seja rentável, é um mal menor.
_________________
Luís Paiva

Never increase, beyond what is necessary, the number of entities required to explain anything.
William of Ockham (1285-1349), Luís Paiva (1950-20??) Snakeman
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Paulo Rodrigues



Registrado: Terça-Feira, 18 de Janeiro de 2005
Mensagens: 2585

MensagemEnviada: Qui Out 29, 2009 3:01 pm    Assunto: Responder com Citação

mlpaiva escreveu:
In Vino Veritas escreveu:
(...) Reforçando o que atrás foi dito: a minha mesa era a unica em toda a sala do restaurante que continha portugueses...

Desde que a sala esteja cheia e que o projecto seja rentável, é um mal menor.


Eu diria que não é mal nehum.
Se, como já acontece em Espanha, conseguisse-mos alguns restaurantes de topo, com preços de topo, que se enchessem de estrangeiros, seria até muito bom.
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